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21 out

Pergentino de Vasconcelos Junior

Pergentino Jr

I know it’s only rock ‘n roll, but I like it, like it, yes, I do*Eu sei que é apenas rock ‘ n roll, mas eu gosto,gosto, sim, eu gosto.

Pra começar, devo confessar que sempre gostei de rock. Nunca fui roqueiro. Não me considero. Não daquele tipo “padrão”. Já pensei em me declarar roqueiro e achei melhor não. Acho que ninguém acreditaria. Nem eu. Mas nunca desisti do Rock.
Rock. Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos nos anos 50. Durante essa década deu seus primeiros passos. O Rock é a união do blues (musica negra), tocada rapidamente e do country (musica branca). Elvis foi o primeiro grande nome, responsável pelo sucesso comercial da novidade.

Os anos 60 foram de rebeldia e transgressão. Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempos: The Beatles. Esses foram também meus primeiros anos de vida. Cresci ouvindo o que meus irmãos ouviam e, graças a Deus, era Rock. No Brasil os pioneiros foram Cely Campelo e a Jovem Guarda capitaneada por Roberto e Erasmo Carlos.

A seguir, nos anos 70, como trilha da minha adolescência, o som fica mais pesado e ganha uma cara mais popular. Surgem o heavy metal, pop rock e punk rock. É dessa época a chamada santíssima trindade do Rock (Black Sabbath, Deep Purple e Led Zeppelin). Para minha alegria, deixo registrado que a música dançante da minha geração era o Rock. No Brasil era então a vez de Raul Seixas, Casa das Maquinas, O Terço, Secos e Molhados…

Nos anos 80 ouvimos um pouco de tudo no rock e o som ficou um pouco mais dançante. Surgem o new wave e a MTV. Aqui no Brasil é a vez de Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Ira!, Engenheiros do Hawaii…

Os 90 foram os anos de fusões e experimentações. Surge o grunge. No Brasil surgem Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank…

Muito embora, até hoje, eu continue ouvindo, experimentando e, sobretudo gostando de Rock. Essas décadas foram especiais pra mim.

É incrível como o tipo de música que se ouve, algo que parece ser apenas um pequeno “detalhe”, interfere na nossa aceitação por outros e como são determinantes nas escolhas de nossas companhias.

Esse gosto pelo Rock, foi então, o que me uniu a um grupo de amigos que no final dos anos 90 inicio dos 2000, resolveu, despretensiosamente, em torno do Bar Sinal Aberto, no bairro Maria das Graças (Bar do Pezão) se reunir para principalmente ouvir o bom e velho Rock’nRoll. Essa iniciativa frutificou. O Resultado é a Radio Clube do Rock, 87,9 FM.

                        Rock and roll will never die. Mas eu, sim. Embora ainda não tenha morrido para o rock. Too Old to Rock ‘nRoll: Too Young to Die. Quando escuto “aquele” riff de guitarra uma sensação de bem-estar, de felicidade me toma e o que sinto é de arrepiar. Essa coisa toda é mais forte do que eu.

Mas o que me dá muito prazer mesmo é enxergar, quando tudo parece confuso e perdido, um novo grupo de jovens ressurgindo, com seus sonhos e rebeldia, a realimentar o bom e velho rock and roll com sangue novo, dando início a todo o ciclo novamente.

 

Clube do Rock:

  • Vice Presidente entre 24/03/2001 – 30/03/2002
  • Secretário entre 30/03/2002 – 16/04/2005
  • Presidente entre 21/03/2009 – 28/03/2012
  • Conselho Fiscal entre 28/03/2012 – até dias atuais

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Comments ( 2 )
  • Inácio

    Vocês já ouviram esta música do Roberto Carlos? Diz que ela nunca foi gravada, curioso, vale a pena conferir, eu gostei.

    Aí: http://sh.st/IqkU6

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  • fabio mattos blues

    estão de parabéns. estou com muitas saudades da terrinha. qualquer hora volto aí. forte abraços a todos

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